Antonio Pedro Coutinho

Trabalhos Faculdade PUC-Rio 2002-2008

Posted in Faculdade by antoniopedrocoutinho on dezembro 18, 2009

Projeto de Revitalização:

Local:Rua Sacadura Cabral, Zona Portuária-Rio de Janeiro

Uso: Centro Cultural Sacadura Cabral

O projeto consistia de 05 casarios de distintas plantas e tamanhos.  Seus interiores encontravam-se completamente descaracterizados pelo tempo.  Como e o que fazer?  Como tornar os cinco estabelecimentos em uma só unidade?  O que manter em pé?  Optou-se por deixar em pé somente as paredes portantes, material intacto, estruturas vivas da história do lugar.  Traçou-se um eixo diagonal as casas onde se abriria um vão comum, possibilitando uma experiência de unicidade.  Do vazio cental se encherga e se entende o que antes eram 5 espaços distintos.  Todo o trabalho permeia a idéia de buracos por entre as paredes portantes.  Paredes que pivotam, escadas pivotantes, paredes deslizantes, passarelas rolantes, espaços dilatados…  Cada vez que se adentra o espaço, encontra-se em uma nova conformação, talvez pela possibilidade deste espaço sempre se encaixar em uma eterna transformação.

Projeto Urbano:

em parceria com Daniel Fonseca  e Eduardo Duarte

Local:Saco da Gamboa, Zona Portuária-Rio de Janeiro

Uso: Marina+Praça Pública

O desafio da área encontrava-se na imensa área sub-utilizada pelo porto, área de aterro onde antes existia uma grande enseada, um porto natural da geaografia da cidade.  O desafio encontava-se em “desenclavar” esta imensa área de volta aos olhares do público, no imaginário dos moradores, trazer de volta à geografia da cidade a água de volta.  Propõe-se o uso de marina, rede inexistente nestas proporções para a cidade e a nescessidade do Rio de Janeiro.  Ao redor, um parque linear, margeando a enseada, propondo uma finalização de percuso da esperada revitalização dos galpões do cais do porto.  Uma área pública, provida de equipamentos de uso local e regional.  Uma área dedicada tanto para os turistas quanto aos residentes da marina, mas principalmente para os moradores da região, os verdadeiros e fiéis usuários desta proposta.  Por fim, propõe-se uma imensa estutura jardim-mirante, um rampado suave que chega a uma altura de 8 metros, mirando sobre as estruturas do elevado da perimetral, olhando além, encontrando o olhar finalmente com horizonte, ora interrompido com aterros, enclaves e viadutos…

Projeto Utópico:

Local:Cidade dos Imortais

Uso: Objeto para tal cidade- UM CEMITÉRIO

O que construir em uma cidade onde só se vivem seres imortais?  Os primeiros pensamentos desviaram para questões religiosas, fé, crenças.  Achei que nada mais natural do que a vontade de morrer.  Morrer no sentido do fim, no sentido de ciclo fechado, no sentido de renascimento.  Porque não um cemitério?  Um lugar onde se poderia equecer de tudo, esquecer da vida, esquecer da eternidade…  um isolamento compulsório.  Pensei em uma estrutura fechada com o teto aberto.  Para uma noção de tempo, propus um observatório das nuvens.  Cada vez que se olha, as nuvens encontram-se diferentes, te dão sinais sempre novos, se mostram de maneira sempre única…  Estando ali se poderia passar o tempo, pensar…

  Projeto Utópico:

Local: ?

Uso: Estruturas desmontáveis para usos imprevisíveis

 Projeto Concurso GTEP( Primeiro Colocado)  

em parceria com Adriano C. Mendonça e Diogo Viana                                                                                                                          

Local: Escritórios GTEP (PUC-Rio)

Uso: Escritório de Pesquisas relacionadas ao Petróleo

Projeto Residencial II

 em parceria com Adriano C. Mendonça, Bárbara Martins e Diogo Viana                                                                                                           

Local: São Cristóvão

Uso: Conjunto Resdencial Mutifamiliar

O projeto nasce de uma rápida especulação sobre a tipologia local das casas-quintal.  Como fazer com que o projeto, com 500 unidades de moradia, consiga manter ainda sim uma escala humana, uma vida local existente?  Propõe-se duas escalas diferentes aos projetos, a escala macro para os edifícios fitas, e a escala micro para as casa “geminadas”.  Duas escalas diferentes convivendo em um mesmo terreno.  Como áreas de convívio, pensa-se em níveis de apropiração.  Tem-se no nível zero áreas públicas basicamente de estar e comércio.  No nível 3, sobre as garagens, os prédios se encontram com as casas e assim formam topografias verdes de convívio.  Os prédios fita, com apartamentos virados para um só lado, mantém os extensos corredores como áreas de convívio.  As diferentes tipologias e apartamentos e usos faz com que se tenha uma diversificação de público.  Um projeto voltado as inter-relações, ao convívio e o espaços conjuntos.

 
 
 
 
 

 

 
 
 
 

 

 

 

 

  Projeto PUC-Rio

em parceria com Adriano C. Mendonça, Diogo Viana                                                                                                           

Local: Praça da Alegria

Uso: Usos variados, usos distintos, favor usem…

 
 Projeto de Paisagismo                                                                                           

Local: Praça de acesso PUC-Rio

Uso: Usos variados, usos distintos, favor usem…